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A conversa hoje é sobre relações e influência

imagem like rede social

O quanto pensamos e decidimos a partir de influência externa?

O seu ambiente te influencia? Como é a interação entre você, seu processo de aprendizagem e o meio que te cerca? Será que somos frutos do meio ou exercemos influência sobre o meio? Aliás, estamos na era dos influenciadores digitais, não é mesmo?

É uma era muito interessante. Há 20 ou 30 anos, quando o principal meio de comunicação era a TV, tínhamos poucos influenciadores, apenas grandes artistas de projeção nacional ou internacional.

Sempre vimos um modelo de influenciador que impactava o meio e sempre se debateu o quanto esse meio influenciava as pessoas. Mas, muito mais do que sobre ambiente, a conversa hoje é sobre relações e influência.

Todos têm o desejo de pertencer e, somando nossa história evolutiva, em que descobrimos que precisamos colaborar, que em grupo nos desenvolvemos melhor, buscamos interagir com o ambiente de maneira a fazer parte.

Quanto o ambiente tem nos influenciado

Um estudo sobre obesidade de 2007 mostrou que se você tem um amigo próximo desenvolvendo um quadro de obesidade, aumenta em 50% a sua chance de ficar obeso também. Isso, segundo a pesquisa, por uma questão de identificação. Como tem um laço afetivo com essa pessoa, ao observar, você considera aquele um padrão referencial. E isso não funciona só com comida, mas também com bebida, drogas, etc…

Quando falamos dessas tendências diante da massificação de rede social como uma plataforma de comunicação, temos que acender um alerta para não virar gado de manobra.

A rede social proporciona uma relação afetiva também. Você vê seus amigos viajando, tendo filhos, com seu animais, família etc…e, no meio disso, começa a vir a influência de consumo, hábitos, linhas de pensamento. E isso encontra nosso senso critico desarmado, porque estamos numa sequência de imagens familiares a nossa afetividade e, de repente, chega a influência.

Dados de pesquisa 

Quando transportamos isso para as redes sociais, tem alguns dados interessantes aqui do site da Oberlo, de diferentes pesquisas, que nos trazem alertas:

  • 3,2 bilhões de pessoas usam uma rede social no mundo ou 42% das pessoas do planeta Terra;

Claro que ainda não temos maturidade suficiente para isso, mas vejo um potencial. Estamos aprendendo a andar, a estar em rede no plano físico. Já estamos em rede no plano espiritual e mental. Então, pensa o quanto podemos fazer uso desse potencial de uma maneira positiva.

  • O Facebook ainda é a rede mais utilizada no mundo, com 68% dos adultos.
  • O uso das redes sociais de acordo com as gerações: 48.2% (baby boomers); 77.5% (geração X/Y) e 90.4% (milenials)

Em especial as gerações X e Y viveram a entrada da internet. Mas a geração do meu filho, de quatro anos, não conhece o mundo sem rede social.

Não tem como fugir, interação passa pelas redes sociais. Dificilmente viveremos sem alguma rede social no futuro.

  • 2h22min é a média da utilização de rede social das pessoas no mundo; E no Brasil é mais, chega a 3h.
  • 73% das marcas e empresas já descobriram que o marketing digital é o caminho;
  • 54% das pessoas usam as redes sociais para buscar produtos e serviços que estão precisando;

Antigamente, para que a publicidade invadisse a relação social, tinha que encontrar a família reunida em frente à TV assistindo o mesmo programa. Nunca dava muito certo. Hoje, cada um tem sua tela, vê o que quer e você direciona a publicidade.

Por isso, a importância de trazer à mente o quanto isso gera influência para que, no mínimo, haja em nós uma semente de autonomia que pergunte:

Por que estou vendo isso? Será que preciso?

  • 71% das pessoas que tiveram uma boa experiência de compra na rede social recomendam a marca para amigos e familiares;

E esse é um dado de antes da pandemia, então imagina agora.

  • 54% fazem as decisões de compra com base nas indicações de influenciadores;

É importante trazer isso para a consciência. Eu diria que, pior que a decisão de compra em função do dinheiro, é quando compramos ideias que não são boas, preconceituosas, prejudiciais no longo prazo. E isso, quando falamos em crianças e adolescentes, é muito sério, porque eles não estão preparados para a rejeição social.

  • Em janeiro de 2019, o Instagram passou dos 500 milhões de usuários;
  • 54% dos usuários de rede sociais usam pelo celular;

Rede social é um imã de atenção. Ela atrai e vende a sua atenção.

O 5G já está chegando e é só o começo, porque já estão em busca do 15G. A conectividade vai aumentar cada vez mais. Nossa exposição ao monitoramento do comportamento cresce cada vez mais. Uma automação fantástica do ponto de vista de tecnologia, mas que a chama atenção do ponto de vista da consciência.

O único remédio para não virar apenas uma nova engrenagem nessa economia é consciência no que se faz. 

Quiçá, em vez de 2h20 nas redes sociais, a gente passasse esse tempo por dia praticando a conexão mental e espiritual. Fico pensando que mundo seria esse.

Abraço grande,

Sempre avanti! Che questo è lá cosa piú importante!

Juliano Pozati


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