A grande economia energética do empreendedorismo espiritual (Reunião 6)

Participantes: Juliano e Priscila
Data: 17 de outubro de 2017

COMUNICAÇÕES

Otto: Boa noite!

Juliano: Seja bem vindo à nossa casa! Otto, a pessoa não física, o espírito que estava aqui com a Priscila ontem. Ele está por aqui? Pode se comunicar conosco?*

Otto: Está, mas ainda não vai falar.

Juliano: É dos nossos, Otto? Esta é nossa preocupação.

Otto: Sim.

Juliano menciona dois nomes em mente: Margarida e Rosa.


Olívia: Ju e Pri, alegria vê-los aqui novamente reunidos em torno dos ideais de Jesus, nossa Estrela Guia. Fiquem alerta à agenda furiosa. É preciso um tempo para cada coisa! Não se esqueçam que a espiritualidade fez de vocês pedras fundamentais de um grande edifício. Estes são apenas os primeiros blocos assentados de uma grande construção. Cuidem da sintonia e das emoções. Não as reprimam, antes de mais nada as acolham como parte do processo de lapidação. Haverá em breve mais sobrecarga de trabalhos, são parte dos preparativos para a grande data. A todo momento vocês são testados na resiliência e conquistam créditos de mérito que permitem a materialização do Círculo. Outros se juntarão, como tem se juntado, nesta grande economia energética do empreendedorismo espiritual.

Juliano: Olívia, queria saber sobre aquela propriedade na Serra do Japi que a gente visitou. Se a gente pode e deve realizar uma reunião dessa lá em cima para testar e se aquele de fato é o lugar onde os nossos contatos especiais vão começar a acontecer – Os contatos objetivos. Saber se ali é o lugar que dará início a “Alexânia Parte 2”.

Juliano: Senti o influxo do general muito forte dizendo: “Por que fazer pergunta cujas respostas você já sabe? Já passamos dessa fase.”


Karine: Olá, meus queridos, é sempre uma alegria poder conversar com vocês. Fico sempre emocionada com essa possibilidade. Não é demais?!

Priscila: É muito gostoso poder te receber também! Você tem notado que eu tenho passado os recados para a Mari e que ela tem se emocionado bastante?

Karine: Lógico!

Priscila: Às vezes, fico até em dúvida se devo falar que a gente tem conversado cada vez mais, que você vem aqui em nossas reuniões, porque não sei se está fazendo bem ou se volta a dor que ela sente, enfim.

Karine: Vai com calma com a guria, que a santa é de barro. Acho que, no tempo certo para ela, vocês poderão recebê-la aqui e assim poderemos estar reunidas novamente. Tipo Pinheiros Story….

Priscila: Sabe que mês que vem iremos a BH e pretendo ver o Carlo e o Antônio também. Você falou “no momento certo” – posso falar com o Carlo a seu respeito?

Karine: Calma, guria!

Priscila: Beleza, Ká! Fica bem, mas to morrendo de saudades! Nestas horas a gente consegue fazer uma conexão de coração para coração e é maravilhoso.


Vó Cila: Pri, fale para a Ieda que a resposta à dúvida dela desta semana é sim, mas que tenha paciência porque não será como ela planeja. Ela e o Roberto, juntos, chegarão ao plano perfeito. Beijos a todos de casa e mandem o meu carinho aos meus netos e bisnetos.


Francisco: Fala, meu! Tudo bem?

Juliano: Tudo bem, Francisco, e você? Seja bem vindo à nossa casa!

Francisco: Gostei da nova residência.

Juliano: Seja bem vindo, meu amigo. Tudo bem? Estava vindo muito forte a Bel antes de você começar. O que acontece?

Francisco: Ela tem se sentindo muito sozinha e cansada. Precisa relaxar e orar mais. Sem sintonia fica difícil, nem tudo são contas. É preciso transcender os desafios com tranquilidade e calma. A casa e a família ainda precisam da sua luz. Diga a ela que a amo muito e zelo por ela como aquele filme dos anjos.

Juliano: Francisco, seu piegas! (Risos). Vou falar com ela. A “véia” se derrete toda por você. Ela é muito querida e eu ainda vou trazê-la para Jundiaí!


COMENTÁRIOS

  • A pergunta feita ao Otto se refere a uma visão física que a Priscila teve de um homem debruçado na sacada do apartamento.
  • Esta é a primeira reunião em que o Francisco, da Casa do Irmão Cravo, se apresenta em nossa reunião. A mensagem parece debochada e de fato em muitas comunicações o tom da conversa assume um clima descontraído de amigos que sentam a mesa para conversar, embora o objetivo central seja sempre muito sério. Um diversas comunicações, eles afirmam que a alegria verdadeira é a nossa força.

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