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Saiba como funcionam as salas de vídeo conferência do Círculo antes de participar de uma delas.

As salas de vídeo conferência do Círculo criam um espaço de partilha e aprendizado coletivo dentro do nosso site a partir de temas pertinentes para os membros de nossa comunidade.

Quem é quem no jogo do bicho?

Dentro das nossas salas de vídeo conferência, todos somos membros do Círculo. Não tem ninguém com vocação para “a última bolacha recheada do pacote”. Todos estamos reunidos para ouvir, absorver e partilhar. A priori, todo membro pode participar de uma das salas de vídeo conferência, nos encontros definidos em nossa agenda.

Em todas as salas haverá um ou mais membros do Círculo com a função de facilitadores. A ideia é que essa figura estabeleça o funcionamento justo e horizontal de cada reunião, segundo os quesitos que falaremos jajá.

As salas tem limite de 100 participantes e pode ocorrer do facilitador lançar uma questão e então fracionar momentaneamente a sala, para facilitar a máxima aproximação e e clima de intimidade entre os membros.

Roteiro base sugerido para os encontros

Aqui temos um roteirinho básico para os encontros. não significa que eles irão cumprir a risca cada etapa. Roteiro é roteiro… mas ao vivo é outra história.

  • Facilitador abre a sala 15 minutos antes do horário marcado e faz a recepção da turma;
  • Participantes interessados no encontro do dia acessam a agenda e clicam no link da reunião;
  • No horário do encontro, o facilitador dá as boas vindas, explica rapidamente como funciona o encontro e a expectativa de conduta dos membros;
  • Facilitador apresenta o tema do dia (em não mais que 5 minutos) e inicia a roda de partilha, organizando a sequência das falar diante da manifestação dos membros;
  • Membros participantes realizam a partilha de seu ponto de vista experiencial do tema. À priori, cada membro partilha seu ponto de vista ou experiência em no máximo 4 minutos, podendo cada facilitador definir o melhor bloco de tempo para o seu grupo. O facilitador exerce o controle para que o tempo seja igual para todos e decide se há espaço para uma nova partilha de alguém que já tenha falado, caso solicitado.
  • Ao final do encontro, membros e facilitador conduz um momento de gratidão ou realiza uma sintonia com o grupo e juntos definem o próximo encontro.

10 dicas para os participantes

  1. Evite atrasos: Programe-se para estar 15 minutos antes do horário marcado, isso garante um bom aproveitamento do encontro.
  2. Não cause barulhos: Você pode participar de um encontro de onde você estiver. Mass se você não estiver falando, mantenha seu microfone no “mudo”. Isso evita ruídos desnecessários.
  3. Escuta ativa: Cada ponto de vista é a vista de um ponto. A experiência do outro pode trazer à sua compreensão algo que só o outro possui: A vivência dele. Aprenda a extrair a riqueza dos depoimentos de todos e perceba como eles se relacionam com o seu universo interior.
  4. Seja objetivo em sua fala: Nada pode ser mais cansativo do que uma pessoa que não consegue ir ao ponto e acaba utilizando todo o tempo de uma roda de partilha para falar somente de si. Medite no que você vai partilhar, exercite o poder de resumo, fale com a alma. Pratique a sinceridade de coração. Isso fará de sua participação um momento rico e interessante para todos.
  5. Se não tiver nada para falar, não fale: Sábio é aquele que entendeu a razão pela qual possuímos 2 ouvidos e apenas uma boca. Não se sinta obrigado a falar. Se você estiver feliz apenas ouvindo, que assim seja.
  6. Um espaço colaborativo: Cada participante vai trazer um ponto de vista para a roda. No final, teremos pontos de vista que conversarão com a nossa experiência pessoal mais diretamente, e pontos de vista que ainda não parecem ter conexão conosco. E isso é a beleza da roda de partilha: um espaço de riqueza diversa que amplia em muito a nossa percepção da realidade.
  7. Respeite o tempo: O que você tem a dizer é tão importante quanto o que todos os outros dirão, ainda que você não consiga perceber assim. Portanto, respeite o tempo definido pelo facilitador.
  8. Ninguém é dono na verdade: Evite se colocar na posição de “portador da verdade final sobre os fatos”. Inicie sempre sua fala com: Eu penso que… Em minha experiência, percebo que… Sinto que… 
  9. Encontre pontos de conexões: Quando aprendemos a ouvir ativamente o outro, descobriremos em sua partilha pontos de conexão de conversam com a nossa experiência. Aproveite esses pontos convenientemente. Se você encontrou algum numa fala anterior, comente: Interessante você partilhar isso, pois sinto o mesmo comigo… ou ainda: Vejo um ponto de conexão comigo quando você disse…
  10. Conclusão em aberto: A ideia do encontro não é produzir uma conclusão definitiva sobre um assunto específico. Cada membro traz para  a roda o seu recorte de percepção da realidade, e leva consigo um recorte mais útil para o seu momento de vida. Não é função do facilitador oferecer um conceito final e definitivo sobre um tema, senão propor uma reflexão sobre a riqueza da variedade de vivências e estimular o grupo a seguir buscando, experimentando e partilhando.
Juliano Pozati

Autor Juliano Pozati

JULIANO POZATI É ESCRITOR, DOCUMENTARISTA E ENTUSIASTA DE NOVAS IDEIAS QUE INSPIREM A SUPERAÇÃO DE PARADIGMAS OBSOLETOS NAS ÁREAS DE CIÊNCIA, FILOSOFIA, ESPIRITUALIDADE E EXOCONSCIÊNCIA.

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