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Na Aula 2, do Módulo Fundamental baseada no livro Mergulho no Hiperespaço de General Uchoa, falamos sobre o conflito entre o modelo científico atual e as novas fronteiras do saber humano. Neste vídeo abaixo, vemos Neil deGrasse Tyson, um divulgador científico, dramaturgo e astrofísico dos Estados Unidos, expondo a sua opinião sobre o fenômeno UFO. Vocês verão que se trata de uma opinião construída sobre argumentos lógicos e racionais, recheados de bom humor.

Proponho uma reflexão sobre os pontos levantados por ele no vídeo. Deixe seu comentário aqui, neste post.

Juliano Pozati

Quem escreveu Juliano Pozati

JULIANO POZATI É ESCRITOR, DOCUMENTARISTA E ENTUSIASTA DE NOVAS IDEIAS QUE INSPIREM A SUPERAÇÃO DE PARADIGMAS OBSOLETOS NAS ÁREAS DE CIÊNCIA, FILOSOFIA, ESPIRITUALIDADE E EXOCONSCIÊNCIA.

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Participe da discussão sobre esta aula 8 Comentários

  • ppaggiaro disse:

    Eu sempre admirei o Tyson e recentemente comprei o livro Morte no Buraco Negro e dei uma pausa na leitura devido a grande barreira que ele prega em tentar entender os fenômenos não explicados. Acredito que precisem existir esses seres muito inteligentes e agnósticos para que os despertos e intuitivos consigam avançar nas suas pesquisas e enfim, um dia, essas duas áreas finalmente trabalharem juntas. Muito grata por estar mergulhando com vocês nesse circulo de pensamento.

  • marcelomedeirosm disse:

    Destaco alguns pontos da entrevista. Descaracterizar toda e qualquer evidência que provenha dos seres humanos sob a alegação de nosso cérebro é falho e o exemplo do telefone sem fio para desconstruir o próprio ser humano como fonte de pesquisa. Outro ponto que me chama a atenção é o de basear a investigação científica em ferramentas de laboratório capazes de analisar as evidências, no exemplo que ele deu através do roubo de um objeto a ser investigado. Claro que respeito o ponto de vista científico e o contexto da entrevista, mas é importante observar alguns aspectos:

    1) a entrevista foi dada em um programa de TV
    2) tom de desconstrução dos fatos e ridicularização dos fenômenos UFO
    3) desviar a atenção do tema e provar que a cultura/ciência americana é superior (por ter criado o iPhone e a ferramentas de laboratório…)
    4) tom de ceticismo a ser propagado e reproduzido pelos telespectadores

    Lendo os livros do General Uchôa percebi uma preocupação em aproximar ao máximo os fenômenos estudados por ele da metodologia científica tradicional e apontar as eventuais brechas que esta mesma metodologia tem para estudar em profundidade os fatos espiritualistas.

    Sugiro presenteá-lo, em nome do Circulo, com um exemplar de Mergulho no Hiperespaço (versão em Inglês). O que acham?

  • rose.f.guarda disse:

    Gosto muito do documentário Cosmos de Carl Sagan. Considerando que foi transmitida em 1980 e 34 anos depois em 2014 apresentada pelo próprio Neil Tyson, demos um salto astronômico em relação à ciência. Nota-se claramente que falta uma conexão com a espiritualidade, falta algo, mas quase “toca-se no dedo de Deus’ rsrs Como o papo aqui é literalmente de “louco’ vou ousar deixar a minha visão e se eu estive viajando na maionese que alguém me corrija por favor! Partindo do princípio hermético da polaridade de que “Tudo é Duplo; tudo tem dois pólos; tudo tem o seu oposto; o igual e o desigual são a mesma coisa; os opostos são idênticos em natureza, mas diferentes em grau; os extremos se tocam; todas as verdades são meias verdades; todos os paradoxos podem ser reconciliados.” – O Caibalion Partindo desse princípio, digamos que a Ciência é um polo que por ser ativa pode ser classificada como “positiva” e a Espiritualidade é outro polo, que por ser passiva e receptiva podemos classificá-la como “negativa”. Nenhum dos dois está errado e quando esses dois paradoxos se reconciliarem , quando esses dois polos se encontrarem, positivo e negativo aí sim, enfim será gerada a carga elétrica necessária para mover os mundos. 🙂

  • greicenunesfleming disse:

    Por isso ciência e espiritualidade precisam andar cada vez mais juntas,para que as provas concretas que ele pede no vídeo possam ocorrer e que quando ocorram sejam mesmo divulgadas, porque na verdade elas já acontecem. Muito bom o vídeo, porque mostra claramente a visão científica.

  • ruicarlos3g.rc disse:

    Como o matheus_jucas afirmou também não vi nenhum deboche por parte do grade Neil deGrasse Tyson, temos que ver que nossa ciência se baseia de provas matérias.

  • cristiane.zapelini disse:

    A ciência ainda não dominou o campo de estudo sobre o ser humano e a parapsicologia, mesmo sendo desconsiderada neste contexto, tem mais respostas que a psicologia tradicional. A verdade de quem vive uma experiência de contato com outros seres não deixa de existir por falta de explicações. É difícil para as pessoas acreditarem na própria experiência, quiça um terceiro com um paradigma positivista. A fala de Neil é só um ponto de vista visto de um ponto. Temos muito que avançar para dar respostas às experiências humanas. São únicas, complexas, datadas, contraditórias e de uma dimensão sutil. Sou da psicologia e meu desafio diário é entender o outro e ajudá-lo a conhecer-se. Meu sinal de alerta para reconsiderar experiências que não explico é o grau de sofrimento que as pessoas apresentam. Abraço!

  • matheus_jucas disse:

    Não acho que ele tratou o assunto com deboche, mas sim com bom humor. Concordo com ele em certa parte, de que é preciso sim, haver uma investigação melhor do que simplesmente uma testemunha ocular. Nossos sentidos podem e nos enganam muitas vezes, e por essas vezes, já é motivo suficiente para que dobremos nossa atenção. É importante que nós invistamos em conhecimento, para que possamos saber o que estamos vendo, de fazer uma auto-análise, antes de passar a experiência adiante. Não é a toa, que as “verdades científicas” só são divulgadas e aceitas depois de muita e muita investigação e provas. Então o Neil não está errado ao expor sua opinião desta forma, ele em momento algum nega a existência, até mesmo sugere que é muito provável, mas que do ponto de vista da ciência, tem que haver muito mais provas, muito mais investigações e não somente afirmar a existência de algo, apenas por uma “testemunha ocular” como ele mesmo diz. E isso se deve muito a uma certa mania que boa parte de nós temos de acreditar em algo que ouvimos, vemos, sem passar pelo crivo da razão, como Kardec mesmo nos ensina. Acredito que o Neil também se refere a isso. É preciso ter cuidado, principalmente com um assunto tão sério e tão importante, então da mesma forma, redobrar nossa atenção pra ele, ao menos é a forma como eu entendi.

  • marizamoraes disse:

    Muito triste ver um tema tão importante ser tratado com tanto deboche!!!

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