Corpos Astrais

Muito se fala sobre os tais sete corpos astrais que todos nós, como humanos, possuímos. As terapias orientais trabalham com isso já há alguns anos, mas aqui no ocidente o assunto ainda é pouco discutido.

Allan Kardec introduziu esse conceito quando falou sobre corpo, perispírito e espírito o que é, sem sombra de dúvidas, uma visão simplificada dos corpos astrais. Não estamos aqui dizendo que ele não sabia sobre a existência de todos os corpos astrais. Imagine você que, quando começou a escrever seus livros, Kardec introduziu uma infinidade de informações e falou sobre coisas antes nunca ditas tão diretamente. Abordar os sete corpos poderia mais confundir do que explicar.

O Espírito não é um ponto, uma abstração, mas sim um ser limitado e circunscrito, que só falta ser visível e palpável, para se assemelhar aos seres humanos. Ele é definido pelo conjunto total das faculdades intelectuais, um princípio ou essência da vida incorpórea. Seria equivalente ao Corpo Átmico (ou Divino).

Já o perispírito modela o organismo de acordo com a necessidade de cada espírito no processo de reencarnação. Sabendo disso, podemos concluir que cada ser em desenvolvimento na Terra possui o corpo necessário para a sua própria evolução. O perispírito pode ser considerado a junção dos seguintes corpos: Corpo Búdico, Mental Superior, Mental Inferior, Corpo Astral e Duplo Etérico.

O corpo físico é esse mesmo que todos conhecemos! (risos)

Resumo dos 7 corpos:
7. Corpo Átmico
6. Corpo Búdico
5. Mental Superior
4. Mental Inferior
3. Corpo Astral
2. Duplo Etérico
1. Corpo Físico

Talvez você esteja aí se perguntando se você tem todos esses corpos e a nossa resposta é sim. Todos os seres encarnados na terra possuem os 7 corpos coexistindo. Joanna de Angelis, em psicografia de Divaldo Franco fala sobre isso:

“De acordo com investigadores modernos (como também para alguns místicos antigos), possuímos vários corpos espirituais dentro de nosso próprio corpo físico, cada qual vibrando numa frequência específica, de modo que informações de frequências diferentes podem existir, semelhantes à difusão de diferentes ondas de rádio num mesmo quarto, ou como mensagens de telefone fluindo ao longo de uma única fibra ótica sem se misturarem. (…) Desde que mantenham suas frequências próprias, também esses corpos podem coexistir como entidades distintas num mesmo espaço.”

Quando morremos, nos desfazemos do corpo físico e, geralmente, mantemos por algum tempo o corpo etérico, com mesmo “formato” do corpo físico. Continuamos existindo de forma mais sutil e vibrando numa frequência tão rápida que o nosso novo corpo torna-se invisível à maioria das pessoas não-clarividentes.

Alguns dias depois de nosso desencarne, abandonamos também o Corpo Etérico e passamos a residir no Corpo Astral por um novo período de tempo, que pode durar algumas semanas até séculos, dependendo de inúmeros fatores como reencarnação, elevação espiritual etc. Assim como o Etérico, o corpo Astral tem a mesma forma básica que o nosso corpo físico teve, porém mais sutil. A medida que galgamos degraus na evolução espiritual e nos elevamos às dimensões superiores, nos despojaremos do Corpo Astral.

 

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