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“Com o evolver do homem para estados conscienciais superiores, revelar-se-á o universo em que se contém, cada vez mais rico de possibilidades, apresentando dimensões novas, agora, vividas e compreendidas no abstrato conceitual do mundo interno do próprio ser.”

Gal. Alfredo Moacyr M. Uchoa

A humanidade do planeta Terra sempre foi e ainda é visitada por outras comunidades do universo conhecido e desconhecido. Pode parecer presunçoso de minha parte declarar de forma tão direta algo que ainda está na pauta de discussão da chamada “comunidade científica”. Mas não me confunda com um louco qualquer. Sou um entusiasta da realidade ufológica mas também um visionário e, de quebra, sei fazer contas.

Em seu discurso no TED[1], Jill Tarter, cientista chefe do SETI[2] apresenta um dado extraordinário: o nosso sol é uma estrela de 400 bilhões de estrelas de nossa galáxia, que por sua vez é uma galáxia, de 100 bilhões de galáxias do universo mapeado até agora. Faça a conta de Estrelas X Galáxias e me responda sinceramente, diante do número obtido, se sou louco em afirmar que a vida no universo é plural, abundante e que estamos absolutamente distantes de sermos achados entre os mais evoluídos?

Mesmo sem o resultado desta multiplicação, o decodificador da Doutrina dos Espíritos, há mais de um século e meio, parece ter se encucado com a mesma questão.  “São habitados todos os globos que se movem no espaço?” pergunta Allan Kardec na questão 55 do Livro dos Espíritos, ao que eles próprios respondem:

“Sim, e o homem terreno está longe de ser, como supõe, o primeiro em inteligência, em bondade e em perfeição. Entretanto, há homens que se têm por espíritos muito fortes e que imaginam pertencer a este pequenino globo o privilégio de conter seres racionais. Orgulho e vaidade! Julgam que só para eles criou Deus o Universo.

Deus povoou de seres vivos os mundos, concorrendo todos esses seres para o objetivo final da Providência. Acreditar que só os haja no planeta que habitamos seria duvidar da sabedoria de Deus, que não fez coisa alguma inútil. Certo, a esses mundos há de ele ter dado uma destinação mais séria do que a de nos recrearem a vista. Aliás, nada há, nem na posição, nem no volume, nem na constituição física da Terra, que possa induzir à suposição de que apenas ela goze do privilégio de ser habitada, com exclusão de tantos milhares de mundos semelhantes.”[3]

Agora que já percorremos juntos, nos capítulos anteriores, alguns conceitos fundamentais para estabelecermos uma linguagem única para o nosso estudo, é preciso dizer que de tempos em tempos nossa ciência parece estagnar os seus esforços no processamento de Dados, Informações e Conteúdos, se mostrando ainda aquém no que tange a acessar o verdadeiro Conhecimento, que se estende para muito além desta realidade. Com a ufologia não parece ser muito diferente.

Sou um “recém chegado” nesta matéria, como já me disseram certa vez em tons de “não se meta com isso, pois nós somos os donos do pedaço”. Apesar do tema sempre ter exercido fascínio sobre mim, me envolvi de fato com a ufologia a partir da produção e roteirização do documentário Data Limite segundo Chico Xavier. E, pra ser sincero, não levou tanto tempo para perceber a “traça sistêmica” que corrói alguns setores do movimento e os seus propósitos mais elevados.

Em geral, os pesquisadores da área parecem ter estagnado na discussão sobre os Dados, Informações e Conteúdos gerados pela chamada ufologia casuística, sem conseguir transcender rumo aos propósitos mais elevados que parecem estar no epicentro do Conhecimento contido para além das linhas tradicionais da pesquisa ufológica. Como posso afirmar isso com tanta tranquilidade? Bem, uma simples proposição filosófica me leva a tal conclusão.

O Conhecimento, como estado de conexão com a Verdade, ou a porção da Verdade que somos capazes de suportar, gera movimento interno de reforma com expressão externa de transformação. Ou seja, quem acessa o Conhecimento muda de dentro para fora e se põe em movimento de Amor, na mais pura expressão do bem e da fraternidade. Logo, a justa medida da porção de Conhecimento que acessamos é diretamente proporcional ao amor que manifestamos. Quanto maior o Conhecimento, maior o amor manifesto. A ufologia deveria produzir esse efeito, deveria gerar exoconsciências despertas e integradas ao todo.

Mas o que se vê hoje no panorama das pesquisas ufológicas, sobretudo no Brasil? O que se vê, na maioria das vezes, entre os ufólogos, é um monte de gente brigando, discutindo sem chegar a lugar algum! Uma multidão de egos feridos se alfinetando e se acotovelando na disputa de um palco que já não alcança verdadeiramente a pauta de transformação tão aguardada por gente de toda parte. São pessoas que não se entendem porque não se deixaram afetar pelas consequências filosóficas dos conteúdos que têm ministrado por aí. Gente que estagnou nos conteúdos, mas não acessou o Conhecimento. Gente que compete no lugar de colaborar e cooperar; gente que se entende dona dos dados, das informações e dos conteúdos estudados. Gente que olha para o alto, contempla as estrelas e espera ansiosa pelo contato com outras comunidades da nossa galáxia, mas ignora, pisa e humilha quando não odeia, literalmente, o ser humano que está aqui, ao seu lado, dividindo o mesmo planeta e a mesma época. É claro que tem muita gente boa, gente de bem que também está envolvida com a ufologia. Gente que já se conectou e tenta, com todas as forças, provocar esse upgrade tão necessário ao movimento ufológico.

Ora, mas este não poderia, ou pelo menos não deveria ser o panorama de um movimento formado por pessoas que acessam verdadeiramente o Conhecimento a partir do estudo da ufologia. Está mais para uma arena, um circolo romano de espetáculos, onde o pão e o circo agora deram espaço aos discos voadores e contatos imediatos. É um espetáculo que inebria, mas não provoca transformação, porque dorme às margens dos dados, informações e conteúdos, sem nunca adentrar em espírito e verdade os campos do Conhecimento Superior.

Estes parágrafos que escrevi me lembram muito o diálogo de Jesus com Poncio Pilatos.

Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui.

Disse-lhe, pois, Pilatos:
Logo tu és rei?

Jesus respondeu: Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz.

Disse-lhe Pilatos:

Que é a verdade?…[4]

Fica claro que Pilatos queria dados e informações para pautar o seu processo de decisão, e Jesus oferece respostas de alto Conhecimento, inalcançáveis para o estágio espiritual do governador romano. Era como se Jesus respondesse para muito além do que lhe era perguntado. E Pilatos, obviamente, boiava por completo (risos). Jesus, por seu corpo físico, manifesta a Verdade na história humana terrestre. Quem acessa o Conhecimento, acessa a Verdade, ou a porção da Verdade que é capaz de suportar. Quem está conectado a esta realidade o reconhece.  Pilatos não o reconheceu, porque não tinha acesso ao Conhecimento.

Mas por que este acesso ao Conhecimento parece ser tão difícil para algumas pessoas? Por que algumas pessoas, a exemplo de Pilatos, se veem diante da Verdade mas não conseguem tocá-la, experimentá-la, abraçá-la e por ela se deixarem afetar e transformar? Eu penso que seja por isto: a experiência de conexão com o Conhecimento requer uma íntima predisposição para ser por ele transformado. O Conhecimento traz consequências filosóficas, práticas, para o dia a dia dos que o acessam. E é irreversível, pois a mente que se expande com uma nova ideia jamais volta ao seu tamanho original[5].

Verdade seja dita, o Conhecimento para o qual a ufologia é uma porta talvez represente a maior mudança de paradigmas desde a vinda de Cristo, pois descortina uma realidade que fora inclusive por ele anunciada. Em todo o seu processo, da coleta de dados à construção de informações; da organização das informações ao processamento dos conteúdos; da propagação dos conteúdos ao acesso ao Conhecimento que eles provocam, a ufologia tem o poder de colocar o paradigma atual em cheque. Isso porque, e eu tenho enfaticamente defendido essa ideia, ela possui, por sua natureza, o que chamo de Integralidade Indivisível. A ufologia é um misto completo e integrado de CIÊNCIA, FILOSOFIA E ESPIRITUALIDADE. Não tem como acessar os Conhecimentos elevados a partir da ufologia sem considerar esses três pilares em perfeito equilíbrio.

No estudo da ufologia, a CIÊNCIA é quem desmistifica, explora, questiona, cataloga, e qualifica os dados e informações coletados em campo; a FILOSOFIA é quem inquire, processa e se debruça sobre os conteúdos e valores gerados a partir de tais dados e informações; e a ESPIRITUALIDADE é quem nos chama à verdadeira Integração  Cósmica. Ela descortina a nossa verdadeira vocação cósmica enquanto raça e civilização. Já não somos apenas homo sapiens, mas homo universalis, como afirma James J. Hurtak no documentário No Meio de Nós.

É a vivência equilibrada desta Integralidade Indivisível da Ufologia que nos conduzirá ao desenvolvimento de nossa Exoconsciência, ou seja, ao estabelecimento, em nós, de uma consciência voltada para fora do planeta Terra. Uma consciência que trilha um caminho cósmico rumo a integração universal com outras comunidades espalhadas pelo espaço. Aqui faço referência à nossa vocação, enquanto civilização, à cidadania cósmica, ao exercício de direitos e deveres fundamentados em valores universais absolutos como o amor e a fraternidade.

Ora, se estão concorrendo todos os seres para o objetivo final da Providência[6], então é lógico pensar que o exercício desta cidadania cósmica se dará ao lado de irmãos de jornada oriundos também de outras comunidades do universo. E se a consciência pode naturalmente acessar Conhecimentos contidos na não-localidade, não poderia a exoconsciência beber, desde já, dos aprendizados recolhidos por estes seres universais ao longo de sua jornada evolutiva?

A resposta não só parece ser SIM, como também fica claro que há uma predisposição desses seres em contribuir com a evolução de nossa civilização. Em um dos contatos realizados pelo General Uchoa nas vigílias que realizou em Alexânia, o comandante de uma das naves, YASHA-MIL, revela em tom surpreendente:

“Vocês, terráqueos, não estão sós nesse caminhar evolutivo. (…) Por isso, afirmamos que estamos aqui para ajudar, mas apenas ajudar, veja bem, à humanidade que quer ser ajudada, tendo condição de entrar em sintonia conosco. Então, poderão ter e receber o que possamos dar de nossa experiência realizada no mesmo caminho ascensional. A nossa caminhada só é bastante mais avançada…”[7]

Ora, o que é ter “condição de entrar em sintonia” senão o desabrochar de nossa exoconsciência a partir do desenvolvimento de nossas habilidades mentais? Ao que tudo indica, é este o caminho do contato. O comandante ainda revela que é o desenvolvimento interior, a partir do incremento virtuoso de nossas habilidades mentais, que levará a ciência humana para navegar em águas mais profundas:

“Se, até agora, a Ciência tem sido conduzida pela experiência externa e pela razão, de agora em diante, além desse processo, há que progredir e completar-se pela experiência interna, decorrente de percepções superiores, evidenciadas em níveis mais profundos do próprio ser, em cuja interioridade se encontra a consciência humana em contínuo enriquecimento e expansão”[8]

São palavras realmente inspiradoras! Eu me comovo ao pensar na grandeza moral e científica que nossa civilização alcançará quando começar a trilhar esse caminho com determinação. Isso me lembra um pensamento particular do general. Ele costumava dizer que quando o sujeito começa a estudar essas coisas passa a sofrer de “claustrofobia cósmica”. Ele já não se conforma em ver-se contido num orbe planetário, mas quer alçar voos, quer confraternizar e abraçar a irmandade universal.

Eu tenho tido cada vez mais este sintoma, por essas e outras razões que não caberiam neste artigo. Provavelmente você também. Mais e mais tenho sentido dentro de mim um senso de urgência no que tange a divulgação dessas realidades. As pessoas precisam, cada vez mais, entrar em contato com conteúdos inteligentes que provoquem uma verdadeira revolução dentro de si, e que as orientem no sentido de buscar o Conhecimento que gera Movimento e Transformação. No ímpeto de minhas inquietudes, senti o queixo literalmente cair quando, revisitando a obra do General Uchoa, encontro um recado de YASHA-MIL que atingiu como uma flecha em chamas o meu interior:

“Estamos procurando criar núcleos de interesse entre os terráqueos, para então, mais objetivamente, à forma que sabemos ser necessária, podermos diretamente trazer a nossa presença atuante para a melhoria tão necessária da condição humana atual. Pouco a pouco, vamos consolidando e realizando a sã política de encontrar humanos que sejam provas do nosso trabalho de amor, sem jamais lhes roubar o mérito que possuam. Sob o nosso influxo, haverão de irradiar concórdia, tolerância, amor, ao mesmo tempo que um cósmico dinamismo no FAZER.”[9]

É por esta razão que percebo a importância do papel da Pozati Filmes no processo de Transição Planetária. Não estou aqui me gabando. Não me entenda mal. Quando comecei isso tudo não tinha a menor ideia do que estava fazendo. E é, sobretudo por isso, que tenho certeza absoluta da origem extrafísica ou espiritual deste projeto. Ele começou do lado de lá, se materializou aos trancos e barrancos do lado de cá, e agora, através do Círculo, vai se expandir para todos os cantos, num movimento crescente e transformador, que irá provocar, em tantos quanto atingir, a manifestação da exoconsciência, com todos os seus desdobramentos cósmicos e dimensionais.

Nós, membros do Círculo, somos um desses “núcleos de interesse” citados pelo comandante YASHA-MIL. Tenho a forte intuição de que esta é a verdadeira vocação do Círculo, da Pozati Filmes. Você não foi atraído para o Círculo por acaso. Não, nada é por acaso! Certamente não é. Porque este não é, e na verdade nunca foi, um projeto meu. Se você, ao ler o conteúdo deste acessou, acessou um conhecimento maior, sentiu um movimento acontecer aí dentro, e agora está explodindo de vontade de por para fora toda essa vibe boa, então esse projeto é a sua embaixada espiritual. Parafraseando o amado Chico Xavier, ninguém pode prever o que estamos prestes a vivenciar nesta nova era de luz que cada dia mais se encontra aqui, no meio de nós.

Abraço grande! Sempre avanti!
Che questo è lá cosa piú importante!

J.

Este artigo integra o conteúdo do e-book Exoconsciência, disponível gratuitamente para download à todos os membros iniciados do Círculo. Clique aqui para baixar o seu em PDF.

 

[1] TED Conference – Fevereiro de 2009 – Consulte https://www.ted.com/talks/jill_tarter_s_call_to_join_the_seti_search?language=pt-br

[2] Search for Extraterrestrial Intelligence Institute

[3] Allan Kardec, O Livro dos Espíritos / Parte primeira / Das causas primárias / Capítulo III / Da criação / Pluralidade dos mundos.

[4] João 18:36-38a

[5] Albert Einstein

[6] Allan Kardec, O Livro dos Espíritos / Parte primeira / Das causas primárias / Capítulo III / Da criação / Pluralidade dos mundos.

[7] UCHOA, A. Moacyr. Mergulho no Hiper Espaço – Dimensões esotéricas na pesquisa dos discos voadores.

[8] UCHOA, A. Moacyr. Mergulho no Hiper Espaço – Dimensões esotéricas na pesquisa dos discos voadores.

[9] UCHOA, A. Moacyr. Mergulho no Hiper Espaço – Dimensões esotéricas na pesquisa dos discos voadores.

 

Juliano Pozati

Quem escreveu Juliano Pozati

JULIANO POZATI É ESCRITOR, DOCUMENTARISTA E ENTUSIASTA DE NOVAS IDEIAS QUE INSPIREM A SUPERAÇÃO DE PARADIGMAS OBSOLETOS NAS ÁREAS DE CIÊNCIA, FILOSOFIA, ESPIRITUALIDADE E EXOCONSCIÊNCIA.

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Participe da discussão sobre esta aula 5 Comentários

  • erosbrasil disse:

    Olá Juliano e Povo do Círculo gostaria de compartilhar algo que esta acontecendo comigo nas últimas semanas: Tenho falado até sozinho no General Uchoâ pensado muito nele em suas experiências, inclusive minha mulher comentou quem é este “tal” de General Uchoâ? Pois bem, me inscrevi hoje 12/09/2017 queria ter me inscrito antes ,mas meu navegador estava criando obstáculos em um dos itens obrigatórios da inscrição só consegui hoje. Então era isto, queria compartilhar.

    Abração a todos!!

  • Que legal ler isso! E sabe o que mais? O melhor ainda está por vir!!! (risos)

  • siabate disse:

    Que alegria fazer parte do Círculo! Seria impossível expressar minha alegria por aqui, Juliano! Mas, basicamente, o Círculo parece para mim um atendimento pessoal e personalizado, feito especialmente para atender meus novos anseios. Caiu como uma benção!
    Um grande abraço!

  • nbelletato disse:

    Caro Juliano, obrigado por compartilhar este projeto. Espero o sucesso absoluto deste empreendimento.

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