foi adicionado ao seu carrinho de compras.

Carrinho

Essa história de corpos, muitas vezes, pode dar um nó em nossa cabeça, não é mesmo? Mas desde sempre os sábios e mestres têm tentado nos passar informações a esse respeito. A tão famosa Centelha Divina, também conhecida como Mônada, por ser da mesma natureza do “Absoluto”, não tem como chegar diretamente no nosso plano. Por isso, ela projeta um Eu Superior (a Individualidade), que possui os atributos dessa perfeição.

Esse Eu Superior inclui três veículos (os corpos superiores) que possuem as divinas qualidades de vontade, amor-sabedoria e ação. São reflexos da perfeição da Mônada e no oriente ficaram conhecidos como Atma-Buddhi-Manas. Já no ocidente, como tratamos aqui em outros artigos são os famosos Corpo Átmico, Búdico e Mental Superior. Esses três compõem o Homem Real, o nosso Eu interno de luz e beleza perfeitas, sem necessidade de retoque algum.

Muitas religiões costumam chamar essa “porção superior” de alma ou espírito imortal, desconsiderando totalmente a constituição tríplice, mas o importante mesmo é o conceito que acompanha esse conjunto de três corpos, o Ternário Superior, como já falamos nesse outro artigo: https://circulo.site/ternario-e-setenario-que-divisoes-sao-essas/. Eles compõem a nossa parte divina, onde estão depositados os nossos poderes ilimitados, a divina sabedoria e o perfeito amor.

Pense que por estarmos habitando a Terra há a necessidade de termos os tais sete corpos, não só por conta da vibração do planeta, mas também pelo nosso grau evolutivo. À medida em que formos evoluindo, nos despiremos dos corpos mais densos, até possuirmos apenas o nosso Eu Superior.

A nossa meta evolutiva é: “Tornai-vos aquilo que sois”, porque no fundo, no fundo, somos mesmo Centelha Divina.

Quando chegarmos nesse ponto, depois de termos transferido a nossa consciência exclusivamente para esses corpos, seremos considerados mestres e estaremos unidos à Consciência Divina, ou espírito puro, como Kardec mesmo mencionou. Seremos criaturas que assumirão a perfeição latente, nos tornando, de fato, o ser divino que sempre fomos. Agora pensa que isso leva tempo…

Somos deuses em nossa individualidade.

Jung chamou de Self a junção desses três corpos divinos (átmico, búdico e mental superior), outros chamam de Eu Real, mas no fundo, os nomes não importam, mas sim o conceito que está por trás deles. É isso que é o nosso Deus Interno, a nossa Alma Imortal.

Agora jamais poderemos nos esquecer, uma vez que ainda vivemos nesse planeta de terceira dimensão, do nosso quaternário inferior (corpos mental inferior, astral, etérico e físico), que diz sobre a nossa personalidade e ego. Eles são o nosso grande desafio enquanto seres divinos.

Esses são corpos transitórios e perfectíveis, ou seja, passíveis de aperfeiçoamento. É por isso que estamos encarnados aqui com essa quantidade imensa de “missão”. É por meio desses corpos que o nosso Eu Superior atua nos “mundos de ilusão”, buscando sempre a expansão de consciência que nos permitirá retornar ao nosso nível de divino.

Porque possuímos esses quatro corpos inferiores que é possível o caminhar evolutivo. São neles que podem ser registradas as imperfeições do caminho que possibilitarão a ascensão futura.

Saber de tudo isso só nos mostra que temos um caminho longo e, provavelmente, árduo pela frente. São quatro corpos que precisamos deixar pra trás para aí sim experimentarmos a leveza da vida divina. E se me perguntarem qual o caminho, eu diria que é o amor.

Redação

Quem escreveu Redação

Mais posts de Redação

Participe da discussão sobre esta aula Um comentário

Faça seu comentário abaixo!

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.