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Por que extraterrestres fazem trabalhos de cura nos humanos?

cura energética

Dra. Mônica de Medeiros explica que a cura é para reduzir o malefício que fazemos em relação à grade energética planetária.

Dra. Mônica de Medeiros, médica e professora do Círculo, além de fundadora da Casa do Consolador, centro universalista em São Paulo, explica como acontece o trabalho das equipes de seres extraterrestres que atuam com os médiuns no atendimento de questões de saúde das pessoas no planeta Terra.

Onde atuam esses seres?

“Temos hoje de modo explícito irmãos extraterrestres que se dedicam a tratamentos de enfermidades psíquicas que já atingiram o corpo físico em centros espíritas, nos carismáticos, na Umbanda, e em todo lugar que onde houver espiritualidade”.

O que eles tratam? corpo físico, mental ou espiritual?

“Eles não tratam da doença, eles focam no doente, no campo energético e perispiritual do doente. Eles nunca perguntam a doença da pessoa, mas focam no campo perispiritual onde está a energia parada e ali trabalham energeticamente. Isso porque da mesma forma que temos o fio de prata que nos liga ao perispírito e ao corpo físico, temos fios de ouro, como chamam os hinduístas, que nos ligam ao planeta. A grade energética planetária que é composta por várias linhas de energia como a telúrica, as linhas de ley, a camada de ressonância de Schumann, que é o marca-passo planetário – apenas pra citar três dessas energias – isso forma o ser que chamamos de Gaia.

Eles tratam a gente porque se eu ficar irritada, irada, doente, eu vou prejudicar e contaminar a grade energética plantaria, afinal somos quase oito bilhões de encarnados e mais 14 bilhões de desencarnados fazendo isso. A cura é para reduzir o malefício que nós fazemos em relação à grade energética planetária, isso porque eles têm uma visão cósmica. Despoluindo nossos campos energéticos e nos dar essa consciência cósmica é o foco principal do trabalho dos extraterrestres para curar a humanidade.  Assim, nos libertamos também do julgo e da dor que é o nosso paradigma milenar.”


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