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Muitas pessoas me perguntam como é o processo de abdução e porque muitos não se lembram do que aconteceu. De acordo com as minhas observações, acredito que era para ninguém se lembrar. Será que houve um tratado com governantes de alguns países para total anonimato das ações dos extraterrestres na Terra? Penso que se isso realmente aconteceu a disseminação de técnicas hipnóticas colocou-o por “água abaixo”.

Você pode estar aí se questionando se houve ou não esse acordo. Acredito que deve ter havido um trato entre os dirigentes das potências mundiais e os alienígenas para o processo de hibridização da população e, por sua vez, o procedimento deveria ser esquecido.

Voltando à abdução, há aquelas que são totalmente inconscientes, mas na maioria dos casos há alguma memória do acontecido, seja ela de um fato estranho do dia ou de uma sensação diferente no corpo, até mesmo de um lapso de tempo, de um sonho… Se você sonhou que estava em uma nave e com alienígenas muito provavelmente você teve alguma experiência!

Podemos dizer que quando a pessoa tem habilidades paranormais fica mais fácil se lembrar da abdução, recordando o momento exato em que é “puxado” para a nave por uma espécie de luz, como é feito esse processo e para onde ela foi. Em outros casos, o indivíduo não se recorda de nada, precisando da hipnose para acessar essas vivências. Particularmente eu não conheço nenhum caso de memória total da abdução, mesmo nos pacientes que a resgataram pela hipnose em meu consultório. Tudo o que aconteceu é lembrado em fragmentos soltos, como se só pudéssemos ver a ponta do iceberg.

Faz parte da abdução uma forte dose de amnésia, tanto no abduzido quanto nas pessoas que convivem na mesma casa porque nesse processo, o corpo físico aparenta ser desmaterializado na Terra e reconstituído na nave. Imagina você acordar no meio da noite não encontrar um familiar na cama?

Após resgatar essa primeira recordação e dessensibilizar o trauma, a pessoa tende a perder o medo, podendo recordar outras experiências, e passa a ter mais facilidade de se conectar com seres como os contatados, trazendo várias memórias, acessando conscientemente as informações, sem precisar de hipnose.

Beijinhos,

Gilda Moura

Gilda Moura

Quem escreveu Gilda Moura

Psicóloga clínica, escritora e hipnóloga com muitos anos de estudos sobre fenômenos anômalos. Ela foi co-diretora com a Fundação Kairós, da Universidade de Illinois, em Chicago, Estados Unidos, de um estudo de seis anos sobre Estados Alterados da Consciência e Mapeamento Cerebral.

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Participe da discussão sobre esta aula Um comentário

  • Lucas Damaceno disse:

    Muito interessante. Acredito que fui levado, sei pois apareceram fotos no meu celular de várias naves e gostaria de compartilhar contigo.
    Sei que no dia seguinte acordei do lado contrário da cama, celular de tela pro chão (coisa q eu jamais faria, até pq o chão de casa é no cimento) e uma leve dor de cabeça e problemas intestinais que logo melhoraram.

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