Carrinho

Esta é uma história para escutar com as imagens, com os arquétipos, com o coração.

Para apoiar, recomendo as aulas sobre Jung (72 a 80) e de Mitos, Símbolos e Sonhos (85).

 


 

O desenvolvimento de uma relação com a natureza selvagem é uma parte essencial da individuação da mulher. Para que isso possa se realizar, a mulher precisa penetrar nas trevas, mas ao mesmo tempo não pode cair irreparavelmente numa armadilha, ser capturada ou morta seja no caminho de ida seja no de volta.
A história do Barba-azul fala desse carcereiro, o homem sinistro que habita a psique de todas as mulheres, o predador inato. Ele é uma força específica e indiscutível que precisa ser contida e mantida na memória. Para conter o predador natural da psique, é necessário que as mulheres permaneçam de posse de todos os seus poderes instintivos. Alguns deles são o insight, a intuição, a resistência, a tenacidade no amor, a percepção aguçada, o alcance da sua visão, a audição apurada, os cantos sobre os mortos, a cura intuitiva e o cuidado com seu próprio fogo criativo.
(Continua… o pdf do livro está disponível na internet)

Mulheres que correm com os lobos: mitos e histórias do arquétipo da mulher selvagem; de Clarissa Pinkola Estes

Alicia Hultmann Ayala

Autor Alicia Hultmann Ayala

Mais posts de Alicia Hultmann Ayala

Participe da conversa 2 Comentários

Deixe seu comentário

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.