Soft Skills e Exoconsciência são habilidades do profissinal do futuro

soft skills

A habilidade exoconsciente nos coloca na vanguarda daquilo que vai ser o profissional do futuro.

Realizar é a grande paixão que move o Círculo, a mestra da nossa existência. Cada vez mais precisamos conectar exoconsciência com a realidade da vida, dos fatos, senão, não serve para nada. Filosofia é prática, é para a vida. Nossas experiências exoconscientes começam a definir nossos valores mentais, que influenciam a forma como vemos o mundo. A forma como agimos e reagimos.

Soft Skills (habilidades interpessoais) é um termo que apareceu em 2016 no relatório The Future of Jobs (do Fórum Econômico Mundial) para falar das competências sociais e comportamentais das pessoas. O relatório também cita e diferencia do termo Hard Skills (habilidades técnicas).

A partir de agora, toda semana, vamos escolher uma das Softs Kills do relatório e conectar com exoconsciência, com a percepção espiritualista. Vocês vão perceber que essa união nos torna os profissionais mais desejados do futuro. Por quê? Porque naturalmente o fluxo de sintonia, senso percepção e conexão ativa habilidades que, no mercado de trabalho, são conhecidas como Soft Skills.

Se fizermos uma viagem na história da educação, as linhas sempre nos orientaram a sustentação de um paradigma. Na Idade Média, a igreja dominava. Então, a educação servia para impor a fé na pessoa e salvá-la do inferno. Pouca gente tinha acesso à educação. Na Revolução Industrial, a educação passou a formar trabalhadores, braços para produzir em série. Nos últimos tempos, as pautas mais ousadas em educação buscavam formar cidadãos, como a linha de Paulo Freire.

O fato é que nunca nos preocupamos em formar seres humanos.

E hoje começamos a perceber, com o colapso dos profissionais no mercado de trabalho, que precisamos ensinar habilidades emocionais, inteligência emocional, espiritual.  Só que não é fácil identificar uma Soft Skill.

São essas habilidades que vão afetar diretamente a forma como a pessoa se comunica e interage no ambiente. É muito “normal”, e muito louco, que atrocidades comportamentais do ser humano sejam justificadas no mercado de trabalho por metas cumpridas. É o que acontece.

Porém, a cada dia, está ficando mais evidente que não adianta a pessoa bater todas as metas, mas emocionalmente ser um pote de nitroglicerina para o ambiente de trabalho. E isso tem a ver com quem somos de verdade.

Nosso comportamento não é apenas a forma como agimos, mas como reagimos.

A forma como agimos e reagimos tem a ver com quem somos, com o que está dentro de nós. Aqui entra a exoconsciência ou a noção de que somos seres multidimensionais e temos habilidades inatas de entrar em sintonia com diversas dimensões. Nossa mente é como uma rodoviária vibratória em que circula todo tipo de vibração ao mesmo tempo. Nossa habilidade exoconsciente nos coloca na vanguarda daquilo que vai ser o profissional do futuro.

Na minha opinião, Soft Skills são o termo que o mercado corporativo encontrou para não parecer que está cedendo aos conceitos de espiritualidade. E isso muito em função de fatos. Observe, na área da saúde, a quantidade de pesquisas já feitas e com resultados comprovados sobre efeitos da meditação na vida das pessoas. Esse pensamento de Hard Science está cedendo.

Primeira Soft Skill: Resolução de problemas complexos

Cerca de 36% das atividades profissionais do futuro vão exigir a habilidade de resolução de problemas complexos. E o que são problemas complexos? São os que envolvem diversas situações e subproblemas. É preciso pensar fora da caixa, ter flexibilidade, combinar diversas soluções e fatores. Estão ligados ao pensamento crítico, criatividade e tomada de decisão.

Uma das questões que aparece na terapia cognitivo comportamental (linha psicoterapêutica das mais modernas) é que as pessoas tentam usar certos comportamentos para resolver problemas que acabam, na verdade, os piorando. E a solução é olhar de frente e não burlar o problema.

E não estou falando isso como alguém que sabe fazer isso, mas como alguém que busca a integração do conhecimento para chegar nesse nível. Ou você acha que não tenho problemas na vida que estão na gavetinha? Faz parte, mas o fato é que temos que ter consciência de que não é assim que vamos resolver.

Pense, será que o que estou fazendo está me levando à resolução de problemas complexos? Ou estou fugindo, me anestesiando, “fazendo a egípcia”?

E por que acha que vai entrar em uma empresa e fazer a diferença se você é uma granada ambulante com o pino meio solto? Não dá mais para justificar comportamentos não civilizados com resultados corporativos.

Qual o caminho?

Na minha visão, é a busca contínua do conhecimento. Precisamos assumir uma postura de eternos aprendizes. Até porque o arrogante que tem a pretensão de achar que sabe tudo é, na verdade, um grande idiota. A primeira coisa é assumir a postura de filósofo e não de sábio.

Um eterno aprendiz é alguém que se alimenta constantemente do conhecimento, mas não apenas como informação. Você pode ser uma biblioteca ambulante, mas precisa assimilar esse conhecimento, e isso passa pela exoconsciência. Porque quando vem o problema complexo, você precisa de integração do saber para a solução.

O diferencial competitivo de pessoas exoconscientes é que, mais do que fazer uma coleção de conhecimentos, são pessoas que têm uma habilidade interior treinada de combinar saberes e gerar uma alquimia interior em prol da resolução de um problema específico. E é nesse momento que a cocriação é fantástica.

O processo vai acontecer, sobretudo, no encontro do mérito com a experiência interior transcendental. Mas é um encontro. A matéria prima é o estudo/mérito do conhecimento. Vai ser uma construção no tempo. Não é loteria cognitiva.

Não existe um curso de resolução de problemas complexos. O que existe são formas de combinar seus talentos e habilidades naturais com o que aprendeu de melhor com o mundo e ressignificar em novas soluções. Isso é realização, cocriação exoconsciente. É autoconhecimento.

Abraço grande,

Sempre avanti! Che questo è lá cosa piú importante!

Juliano Pozati


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