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Vamos conceituar algumas coisas para poder discorrer sobre a temática “Quantum”, que é uma quantidade determinada, porção de uma grandeza, em uma divisão, um conjunto.

Noure é a menor unidade do pensamento, de acordo com o conceito de Pietro Ubaldi. Na construção de nosso raciocínio, um conjunto de noures forma um pensamento. Um conjunto de pensamentos, por sua vez, forma uma corrente de pensamentos. Já várias correntes de pensamentos vão formar formas e pensamentos e um conjunto deles, forma uma egrégora, ou seja, um sopão de energia com uma qualidade e intensidade “X”.

Por isso, dizemos que pensar gera energia no meio. Esse conceito é ventilado pelo Hermetismo* na máxima: “O Universo é mental”. A partir desse raciocínio, podemos entender que a matéria nasce no plano mental abstrato, já a ideia surge no plano mental concreto e vai sendo plasmada ou construída no plano astral, aglutinando os elementos da matéria no plano etérico e materializando-se através da ação no plano físico.

Vamos observar a famosa frase de Rene Descartes: “Penso, logo Existo”. Se fizermos a inversão teremos: “Se existo, logo penso”. Dessa forma, podemos concluir que se eu penso, eu produzo energia! (BINGO!) E produzir energia leva a quantificação e qualificação daquilo que gero nos meios: mental, astral, etérico e físico.

Juntos, criamos um sopão de energia chamado aqui de egrégora e este sopão tem um quantum.

Egrégora, ou egrégoro (do grego egrêgorein, «velar, vigiar»), é como se denomina a força espiritual criada a partir da soma de energias coletivas (mentais, emocionais) fruto da congregação de duas ou mais pessoas.[1] O termo pode também ser descrito como sendo um campo de energias extrafísicas criadas no plano astral a partir da energia emitida por um grupo de pessoas através dos seus padrões vibracionais.**

Qual é a moeda circulante no plano extafísico (vulgo plano espiritual)?

A resposta é energia!

Sim, o plano extrafísico usa energia para viver, construir e manter o sistema vigente. E nem estamos colocando aqui a variável vibração ou frequência vibratória, que gera uma força magnética de atração capaz de atrair aquilo que está qualificado ou assinado energeticamente.

Mas voltando ao nosso sopão de energia…

Pensem sobre os fatos que a mídia veicula como sendo “tensões de guerra”, ou seja, assuntos polêmicos como a cura gay, arte ou não arte, atentados, medo, descontrole, culpa, caos.

Já pararam para analisar que talvez haja um sistema que força a coletividade a pensar num assunto e fornecer exatamente o quantum necessário para sustentar aquele tema ou aquela egrégora?

Será que ao vibrarmos na sintonia desses assuntos não nos tornamos uma massa de manobra de um sistema invisível que deseja continuar no “poder”? Estaríamos sofrendo uma Hipnose Coletiva ou um processo de Obsessão Coletiva? Eu digo que sim, mas pode variar de indivíduo para indivíduo.

Agora ficam as perguntas:

Como quebrar esse loop?

Como sair desse sopão de energias e emoções descontroladas?

Culpamos as trevas, mas quem fornece o combustível para o sistema existir somos nós. Só há sistema de tráfico no mundo porque há usuários de drogas. Só haverá consumo porque existe demanda, fato. Isso é um princípio básico de economia e mercado. Reflita sobre isso.

No próximo artigo falaremos sobre portas emocionais ou pelo menos duas portas que estão sendo acionadas pelo sistema invisível vigente.

Boa noite para que é da noite, boa tarde para quem é da tarde e bom dia para quem é do dia.

Justiça, paz e fraternidade.

Fábio Nasa

*Hermetismo ou hermeticismo é o estudo e prática da filosofia oculta e da magia associados a escritos atribuídos a Hermes Trismegisto, uma deidade sincrética que combina aspectos do deus grego Hermes e do deus egípcio Thoth. Os escritos mais importantes atribuídos a Hermes são a Tábua de Esmeralda e os textos do Corpus Hermeticum. Estas crenças tiveram influência na sabedoria oculta europeia, desde a Renascença, quando foram reavivadas por figuras como Giordano Bruno e Marsilio Ficino. https://goo.gl/tBfwfw

** Editores do Aulete (2007). «Verbete: egrégora». Dicionário Caldas Aulete. Consultado em 15 de junho de 2014.

Fábio Nasa

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Participe da discussão sobre esta aula 12 Comentários

  • wellington disse:

    Vamos fazer surgir uma nova egrégora vamos a partir de agora com tanto conhecimento que estamos adquirindo destes mestres trabalhar a positividade.

  • alvesousa.ceo disse:

    Não assisto televisão e mesmo assim sofro influência do que o senso comum sensacionaliza.
    Acredito que devemos sim encarar o fenômeno pois ignora-lo seria incentiva-lo (quem cala, consente?).
    Mas tb acredito que a reflexão aborda a hipnose dos alienados. Eu mesmo, poucos anos atrás, era apenas mais um que repetia discursos prontos, fáceis e superficiais.
    O processo de desconstrução está justamente em encarar o fenômeno questionando não somente a ele, como a nos mesmos.
    Ao que tudo indica, constantemente devemos estar atentos contra a vaidade pois, a medida que temos certezas que não nos deixamos influenciar, mais somos influenciados.
    Abraços a todos.
    Arlindo

  • mcruzlima2004 disse:

    Yes, rose.f.guarda! “…estamos fadados ao sucesso!

    Em outro artigo seu, Fabio, você menciona o medo, e eu digo que relacionado ao medo temos também raiva e indignação, sendo gerados nas Usinas Energéticas Humanas. A maioria desconhece o que você discorre sobre o processo que envolve pensamento/energia/matéria neste seu artigo, mas as forças que estão nos bastidores do Mundo, travando uma verdadeira batalha, tem pleno conhecimento deste processo e dele se utilizam.
    Tudo para se manter precisa de energia. Pense no que quiser, seja uma máquina ou um organismo qualquer, todos eles necessitam de energia para efetivar os processos que deles são demandados (máquinas) ou para sua própria manutenção (organismos). As forças extrafísicas e as egrégoras a que pertencem também necessitam de energia para a manutenção de suas demandas. Ora, o medo, a raiva e seus similares são as energias que alimentam uma destas forças, mas como conseguir? Polêmicas e intrigas são as maiores fontes.
    Cabe a aqueles que já estão despertos e despertando alinharem-se a egrégoras mais elevadas. Somos verdadeiras Usinas, então precisamos decidir para quem estamos fornecendo a energia. Pensamentos elevados, certamente, geram Amor e Gratidão.
    “Orai e Vigiai, sem cessar.” JC
    Eu assisto Jornais em Rádio, TV e acompanho outros meios de comunicação, mas o faço como o Observador, num processo de não identificação, pois sempre lembro do que há nos bastidores, qual é o verdadeiro jogo, e confio no meu “Time”, no Técnico, e nos seus Jogadores. Mas se a pessoa tem conhecimento do processo energético e não consegue ter contato com o que é veiculado sem se envolver, é melhor deixar de vê-los.
    Márcia Cruz Lima

  • alicia.ayala disse:

    Estou recalculando interiormente o não participar nem de longe das discussões e vou me aproximando do que o Fábio propõe.

    Já o comentário sobre a egregora fica de pé ?

  • rose.f.guarda disse:

    …como explicar a ação na inação? Não é que temos que fazer algo , pois qualquer esforço invalida a ação. O novo “Ser” brota de dentro e a partir da entrega. É claro que algumas técnicas podem ajudar de certa forma, mas é como fazer uma receita: depois de repeti-la várias vezes, não é necessário pegar o caderninho todas as vezes para seguir à risca o que está escrito, muito pelo contrário, aos poucos vamos aprimorando a receita, acrescentando nosso toque pessoal e a partir daí até criando novas receitas. Por isso se torna imprescindível ler e estudar os assuntos esotéricos mesmo que não se compreenda direito o que está sendo exposto . Essa etapa seria a coleta de dados para a construção da base para a informação e a partir destes adquirir o conhecimento tão bem explicado no livro “Exoconsciência” do Juliano Pozati. Por incrível ou impossível que pareça, o processo se dá por etapas e a cada etapa vencida percebemos que todo o esforço dispensado, representava apenas uma mochila cheia de pedras carregada nas costas deixando a subida ainda mais difícil. Podemos comparar a Evolução Espiritual com uma grande e infinita escada e à medida que avançamos e olhamos para trás podemos perceber as “vestes” que vão ficando em cada degrau e ao olhar adiante vislumbramos a quantidade de degraus ainda para serem alcançados. O magnífico de tudo é que olhar essa escada infinita não nos causa desânimo, mas nos enche de esperança pois ao olhar para trás, vemos que ao lado de cada veste deixamos também uma das pedras da mochila o que torna o fardo cada vez mais leve até a libertação final. Quanto mais profundo viajamos para nosso interior, mais os questionamentos externos cessam , posto que as respostas estão dentro e não fora do Ser. Estamos caminhando, e olhem só, a misericórdia divina é tanta, que estamos fadados ao sucesso!

  • alicia.ayala disse:

    Marcia, Corujão, que demais! Marcia, vou levar comigo o que você disse: estar ciente mas “passar batido” na vibração emocional da ocorrência

  • concurseirocorujao disse:

    Compartilho da aflição das colegas acima. Acredito que fugir da realidade não é a solução. Precisamos aprender a não nos deixar levar pelas vibrações emanadas por essas questões e suas consequências. É o momento de parar e orar ( no sentido de ligação com a espiritualidade universal ), vibrando amor e paz.
    Vivemos em um planeta de exílio, onde o mal prevalece e mesmo nessa fase evolutiva para regeneração, continuaremos convivendo com Luz e Sombras, então não podemos nos culpar pelos desvios, eles virão e seguirão, o importante é vigiar para reconhecermos essa nossa infância espiritual e assumir que enquanto aprendemos, erros são parte do processo.
    Fraternal abraço a todos !

  • marciaoanjos disse:

    Acredito que o desafio está em termos o conhecimento básico do que está acontecendo pois para haver transformação é necessário o conhecimento e não a alienação. Não precisamos ficar assistindo jornais e etc…. Basta de vez em quando deixar a tv ligada no noticiário que nossa mente é atraída para o que é novidade já que os noticiários são tão repetitivos. Páginas na net só passo o olho pelos títulos. Sei que está tendo casos de corrupção mas não presto atenção nos detalhes, em quem é quem, interessa o fato e não os detalhes… não gasto minha energia nisso. E por aí vai. Sempre sei o que está acontecendo, mas não entro na egrégora daquele acontecimento. É apenas um interesse mental, aprendi a não entrar na vibração emocional da ocorrência (geralmente, kkk). Assim que estou lidando com tantos desafios no momento atual, onde não se pode confiar em informações da mídia e focando no meu aprimoramento, estudando muito pois já começo a “entender” princípios básicos da energia e a assimilar a importância da nossa transformação individual e o impacto disso nas egrégoras de luz. Para mim aulas como essa são essenciais no processo de formatação de um corpo de conhecimento efetivo pois vários fragmentos de informações não compreendidas em sua base não se unem, não geram a transformação real pretendida e necessária. A colcha de retalhos está sendo tecida e o impacto disso na minha vida é espetacular. Gratidão!

  • ligiaevangelista2 disse:

    Realmente não me sinto nenhum pouco confortável com o que é veiculado pela mídia, por isso não acompanho nada. Isso gera uma certa alienação , trazendo alguns problema, como às vezes não saber sobre determinado assunto numa roda de conversa. Ha um tempo atras cheguei a me cobrar ,mas conclui que estava adoecendo mental e meu espírito ficando acinzentado . Não pensei duas vezes , saltei fora mesmo. Mas como não somos ilhas, sabia que em algum momento eu ia achar uma rota para encontrar com quem compartilhar algo de bom nessa existencia e assim fiquei à deriva . Foi quando acabei esbarrando com os vídeos da pozatti . De cara achei interessantíssimo e desde então tornou -se uma grande fonte de estudo e construção de um conhecimento muito diferenciado. Talvez seja realmente a conecçao com a egregora. O que realmente tenho certeza é que estou na minha tribo e que estamos construindo isso juntos. Essa sensação dá uma alegriazinha deliciosa na minha alma e não sinto mais meu espírito cinza. Isso ,pra mim, é o maior sinal de que peguei a corrente certa naquele oceano que me deixei levar quando me senti sem ter pra onde ir. Obrigada!!

  • kcaj2005 disse:

    Me pergunto a mesma coisa que a colega acima: Quanto devemos ou não nos envolver em tudo o que acontece no mundo?

    Eu não vejo mais noticiário, isso é fato, nem em TV, nem nos sites. Não acredito em mais nada que vem dessa mídia medíocre. Estão sempre aumentando ou tentando nos induzir a acreditar no que eles querem. Hoje o café faz bem, amanhã não faz mais, mas passa um tempo faz bem de novo. Resolvi não ligar mais para esse tipo de coisa hehehe.

    Quanto a sair desse loop e desse sopão de energias, não sei ao certo como fazer, mas acredito que a ação que o Círculo irá fazer, juntando todos os membros, e todos juntos gerarmos uma egrégora de amor, tenho certeza que já é um passo bem dado para a saída dessa energia ruim.

    Poderíamos até juntar uma vez no ano também, o pessoal do Círculo e o pessoal do Colegiado de Guardiões da Humanidade, e juntos gerarmos essa energia de amor e paz para a cura do nosso amado Planeta Terra!!!

  • alicia.ayala disse:

    JUSTO hoje cedinho com muito sono pensava… ” I coffee therefore I exist” e em seguida pensei “penso, logo existo”, que materialista!! Só existo no plano mental e desconsidero o espirito. Então, considerando a trip matinal, não entendi a conclusão a partir de Descartes de que geramos energia pelo pensamento (ainda que sim! geramos! entrei em curto com Descartes somente).

    Sobre a egrégora, acho que é importante sempre que se fala desse conceito, também falar que a pesar da energia conjunta, se mantém a individualidade e a AUTENTICIDADE de cada membro. (assim energeticamente nos aproximamos de uma verdadeira egrégora e não de uma seita rsrs)

    Além das suas perguntas, aqui também ficam outras… Qual é o limite de se envolver ou não? É fácil não ver TV/noticiario, nunca ler os comentários em um portal de noticias, mas em que lugar estar quando as injustiças sociais são vividas na carne ou por pessoas próximas como o machismo, racismo, homofobia…? Será que essas tensões de guerra não são oportunidades evolutivas? Será que poder ler e conviver com um comentário ou opinião nas redes ou responder educadamente algo quando a jugular está pulando no pescoço não são oportunidades evolutivas para que um dia possamos conviver em harmonia com pessoas diferentes de nós? Será que o tempo que perdemos maquinando a resposta perfeita para abater aqueeele comentario não é distração para não ter que encarar as coisas que realmente importam?

    boa noite! ??

  • cristiane.zapelini disse:

    Muita sabedoria neste texto! Minha resposta é gastar mais tempo, energia e pensamento com o que quero para este mundo! E observar de fora o espetáculo! O mais incrível é que quando se olha de fora você cobsegue ver e perceber que outras pessoas estão gastando energia no sentido oposto! Bela reflexão Fabio! ??

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