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Dos bastidores da obra Nosso Lar às mais recentes pesquisas do Instituto de Tecnologia de Massachussets, a obra de Chico Xavier parece apontar para um futuro não tão distante quanto pensávamos.

Quando eu li o livro Nas trilhas da garça, de Jhon Harley, esse foi um dos relatos que mais me chamou a atenção. Não tanto pela descrição da visita astral de Chico Xavier à cidade espiritual de Nosso Lar, mas pelos detalhes que comumente passam desapercebidos em muitos episódios das obras do médium.

Na página 70 de Nas trilhas da garça, o Jhon registra: “Chico afirmou que no trajeto para a cidade existiam flores emitindo luzes em cores variadas. André Luiz disse que pela manhã as flores da colônia espiritual absorviam a luz solar e à noite emitiam luz, permitindo um jogo de cores impressionante!” O Livro Nosso Lar foi lançado pela FEB em 1944; a visita citada no relato em vídeo pelo Jhon aconteceu em 1943 e foi narrada ao autor em meados da década de 80 pelo próprio médium.

35 anos depois do relato e 72 anos depois da tal viagem astral, no dia 4 de junho de 2015 a Walt Disney lança o filme Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada é Impossível, uma produção de 209 milhões de dólares que conta a história de uma adolescente curiosa e inteligente que encontra um broche e é transportada para uma realidade paralela repleta de robôs e invenções futurísticas. Com a ajuda de um cientista que já visitou Tomorrowland, ela tenta descobrir os segredos do futuro. Sem ficar dando muito spoiler pra você que não viu o filme, em uma das cenas finais, Britt Robertson e George Clooney estão sentado embaixo de árvores que brilham no escuro, após um blackout noturno.

Quando li o relato de  Nas trilhas da garça foi impossível não lembrar da cena! Que incrível! Um dos mais recentes filmes de “ficção científica” mostrando algo que Chico havia visto 72 anos antes numa viagem ao plano astral.

“Pô Pozati! Que baita viagem! E daí? Só porque apareceu num filme da Disney?” – você pode me dizer. E eu, usando o bom e velho jargão da Polishop retruco: “Mas espere, não é só!”

Eu sempre defendo, por conta da pós graduação e estratégia militar, que o cinema é uma arma ideológica, que Hollywood não dá ponto sem nó etc. Não se trata de teoria da conspiração, mas do nosso bom e velho mundinho capitalista. E, dessa vez, não foi diferente, já que em 12 de dezembro de 2017, engenheiros no MIT – Massachusetts Institute of Technology anunciaram a criação de “plantas que brilham”.

Ao incorporar nanopartículas especializadas nas folhas de uma planta de agrião, os engenheiros induziram as plantas a emitirem luz fraca por quase quatro horas. Eles acreditam que, com uma maior otimização, essas plantas serão brilhantes o suficiente para iluminar um espaço de trabalho. As partículas têm características de natureza fosforescente, ou seja, absorvem e emitem luz, tal qual explicado por André Luiz a Chico.

“A visão é fazer uma planta que funcionará como uma luminária de mesa – uma lâmpada que você não precisa ligar. A luz é impulsionada pelo metabolismo de energia da própria planta”, disse Michael Strano, Professor de Engenharia Química no MIT e autor sênior do estudo. Essa tecnologia também pode ser usada para fornecer iluminação interna de baixa intensidade ou até mesmo para transformar árvores em postes de luz auto-alimentados. (Veja a matéria completa em inglês)

É de cair o queixo! Um detalhe praticamente imperceptível, de tantos milhares de detalhes da obra de Chico Xavier, que assistimos chegar a realidade do nosso tempo como expectadores. É de se perguntar se as respostas para outras questões capitais de nossa ciência moderna e demandas contemporâneas também não estariam escondidas nas páginas dos mais de 500 livros psicografados pelo mineiro ao longo de seu trabalho de intercâmbio entre as dimensões da existência.

E se assim o for, eu me pergunto: o que estamos fazendo com a obra mediúnica deste homem? Estamos reduzindo o conhecimento que ele canalizou aos perímetros de uma religião institucional? Não possuiria a obra de Chico Xavier condições suficientes para dialogar e impulsionar as escolas do saber humano ao redor do mundo?

É uma questão para refletirmos seriamente. Por essas e tantas outras eu costumo dizer que a obra de Chico Xavier é vegana: Chico não enche linguiça! (risos) Não tem detalhe, ponto ou vírgula sem algo para nos dizer. O que estamos fazendo com isso, já é outra história.

Abraço grande,
Sempre avanti! Che questo è lá cosa piú importante!

Juliano Pozati

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Juliano Pozati

Quem escreveu Juliano Pozati

JULIANO POZATI É ESCRITOR, DOCUMENTARISTA E ENTUSIASTA DE NOVAS IDEIAS QUE INSPIREM A SUPERAÇÃO DE PARADIGMAS OBSOLETOS NAS ÁREAS DE CIÊNCIA, FILOSOFIA, ESPIRITUALIDADE E EXOCONSCIÊNCIA.

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